Super Mário Bros.

Sempre achei legal essas teorias da conspiração, mensagens subliminares ou interpretações inusitadas de filmes, músicas, desenhos, objetos... enfim. Isso é um indicador das inúmeras imaginações férteis que existem por ai. Agora se são verdadeiras ou não é outra história...

A mais nova (pra mim, por que acredito que isso já é bem antigo), é a filosofia do jogo Super Mario Bros. Isso mesmo, aqueles irmãos encanadores italianos têm muita filosofia escondida por trás daqueles castelos, cogumelos, estrelinhas e princesa... O blogueiro Rodrigo Ghedin traduziu um pequeno texto que simplifica tudo. Vale a pena conferir...
Clique aqui pra ver a foto e o texto original e aqui, para lêr o post original, em seguida a tradução do texto.

"O mundo em Super Mario Bros. representa nossa transição da vida para a morte. As moedas que você coleta significa que precisamos de uma consistente fonte de renda, os cogumelos, a necessidade de sustância.

Estrelas são indicativos de muitos perigos da vida, especialmente drogas, e o quão invencível elas podem fazê-lo se sentir.

As armadilhas são simplesmente isso, armadilhas da vida, acidentes que você talvez infelizmente sofrerá.

O fato dos arbustos serem apenas nuvens recoloridas mostra o elo entre a terra e o céu. Uma referência ao céu, o último local de descanso para algumas religiões. Isso é reforçado pela escada ao final de cada nível, como em “stairway to heaven”
.

O objetivo do jogo é resgatar a Princesa, mas para quê? A verdade é que você está tentando engravidá-la, simplesmente porque muitos podem dizer que este é o sentido da vida.
Você não está indo ao Mushroom Kingdom para salvar a Princesa, você está indo para passar sua semente. "

Apesar de ser muito filosófica é interessante né não??

2 comentários:

Rodrigo Ghedin disse...

Pelo menos dá o crédito pela tradução e pela chupada na imagem, né?

É cada uma, viu...

[]'s.

Rodrigo Ghedin disse...

Corrigindo: dá o link :) . Vi que me citou, só faltou o link para o artigo original.

Desculpe-me se foi rude, é que todo dia me deparo com transcrições sem créditos, aí já viu...

[]'s!